Quinta-feira, 3 de Julho de 2008

SOBRE A EDUCAÇÃO EM PORTUGAL: Contributo para um Projecto de Educação para Portugal (2006)

 

«Contributo para um Projecto de Educação para Portugal
 
Rui Manuel Ávila da Rosa
Quinta das Rosas, Lombo de São João
9370-312 Fajã da Ovelha
                                                                                                          Madeira
I - Breve Autobiografia
            Sou Rui Manuel Ávila da Rosa, Portador do Bilhete de Identidade nº 12290035, professor do 4º Grupo – 2º Ciclo, desde os meus 18 anos.
            Nasci no Bronx, Estado de Nova Iorque, em 1971. Filho de pais açorianos, vim para os Açores, com seis anos, para iniciar os meus estudos de 1º Ciclo cá em Portugal. Meus pais, com 25 e 23 anos, traziam um punhado de trocos, mas a esperança de uma vida melhor para mim e para minha irmã (com 1 ano). 1977, Freguesia de Santa Luzia, Ilha do Pico, Açores. Não havia electricidade, nem água canalizada. Passei do Mundo da TV Cabo para um mundo com poucos bens materiais. Mas vivia muito mais feliz…tinha liberdade! Saía à rua quando queria, não se falava em raptos e crime, as portas permaneciam sem chave…
            Com 9 anos de idade regressámos, por um ano, aos Estados Unidos! Tirei o 4º Ano de Escolaridade lá. Apesar de estar num colégio católico … os métodos e modelos de ensino eram completamente diferentes. Os programas eram apelativos…as salas estavam recheadas de materiais pedagógicos … Aprendi muito nesse ano! E o que aprendi ainda hoje me recordo. Aprendi fazendo! Lembro-me de estarmos a estudar em "Social Studies" o Deserto da Sahara. Lembro-me de estar a estudar o povo nómada "Tuaregue". Lembro-me de estar a construir um acampamento Tuaregue (à escala) e a tentar descobrir porque tinham uma base quadrada as tendas deste povo. Lembro-me de relacionar a área com o perímetro das tendas. Lembro-me das conclusões a que cheguei.
            Regressei no ano seguinte a Portugal e trazia uma "mente aberta", com a imaginação provocada. Depressa a imaginação foi castrada. Lembro-me de optar pelo algoritmo da divisão que aprendi nos Estados Unidos, por ser mais fácil. A minha professora obrigou-me a fazer à "maneira portuguesa". Depressa comecei a odiar a Matemática e um mundo de regras e teoremas sem qualquer aplicação prática. O saber estava na memorização de regras, embora não percebesse o sentido delas ou aplicá-las. Passei para um mundo de disciplinas compartimentadas sem ligação! Os sonhos desvaneceram-se.
            Fui passando de ano com sucesso, mas sem sonhos até ao 12º Ano. No 12º Ano chumbei a Matemática. Frustei as expectativas dos meus pais que tudo fizeram para dar um curso aos seus filhos. Surgiu a hipótese de leccionar Matemática ao 2º Ciclo numa Escola da minha Ilha, por ter sido relativo "bom" (por ter boa memória) aluno até então. Não havia professores, imagine-se! A tirar Matemática na Ilha do Faial e atravessar o Canal de barco todos os dias, descobri a minha vocação. Por incrível que pareça…comecei a gostar de Matemática ao tentar aprender sozinho para ensinar! Muitas das bases do 12º Ano foram estruturadas por ser professor do 2º Ciclo! Aprendia por gosto para ensinar com paixão!
A verdade é que nunca pensei ser professor! Dividia-me entre a Medicina e a Biologia Marinha! Tentei ser o professor de Matemática que nunca tive! Fiquei fascinado com a relação que conseguia manter com os alunos! Fiquei fascinado por ver os alunos a aprender! Fiquei fascinado pela Educação! Decidi tirar um curso de professor, e com um boa média consegui entrar na Escola Superior de Educação de Lisboa, como 1ª opção. Lá estudei e orgulho-me da formação que tive, muito próxima dos sonhos que me alimentavam no meu 4º Ano nos Estados Unidos. Passo a citar alguns dos excelentes professores que tive: Mª Lurdes Serrazina, Cecília Monteiro, Cristina Loureiro, Júlia Lello, Lucília Lourenço, Fernando Almeida, entre muito outros. Contudo…a aplicação prática da minha formação no Sistema Educativo, torna-se quase impossível. Remando contra a maré tudo tenho feito para que os sonhos dos meus alunos não se desvaneçam, mas passados alguns anos e falando com ex-alunos, constato que são poucos aqueles que ainda sonham e estão motivados!
            Acabei o curso em 1995, tendo depois disso leccionado: no Cartaxo, em Coruche, São Roque do Pico (Açores), encontrando-me, neste momento, a leccionar na Madeira há já 8 anos! Vim à procura de estabilidade familiar e encontrei-a cá. Neste momento faço parte da Comissão Instaladora de uma Escola que foi criada (no ano passado) num dos concelhos mais pobres de Portugal, e onde o insucesso escolar é uma realidade bem acentuada. Junto remeto cópia do "Projecto Caravela", que iniciámos este ano no 5º Ano, para que possa ter a ideia de algumas das nossas estratégias para combater o insucesso.
II- Propostas para o Sucesso da Educação em Portugal
            Quando se tomam medidas em educação, deve-se pensar num projecto a longo prazo, e não em medidas imediatas com o objectivo apenas de reduzir a despesa pública! Quando se tomam medidas em Educação não podemos cair na tentação de acentuar medidas, ou dar mais do que já está mal!
            É difícil em duas ou três páginas dizer tudo o que penso sobre a Educação em Portugal, mas peço-lhe que faça uma leitura do "Projecto Caravela" (que anexo) e algumas das minhas propostas para uma Educação de Qualidade, para poder ficar com uma ideia do que penso.
  1. Aposta na Formação dos Professores
Hoje, grande parte da formação que é ministrada aos professores, continua ainda a privilegiar apenas o domínio do saber, desprezando em muito a competência, o domínio do "saber fazer", das capacidades e das atitudes. Muitos professores ainda têm uma formação para serem repetidores de informação. Se por acaso, tiverem um boa formação, entram num Sistema com currículos baseados no " conhecimento em espiral" de recurso contínuo à memória de conteúdos abordados ao longo dos vários anos de escolaridade, acabando por se adaptarem a essa realidade.
            Todos os professores, já no sistema, deveriam fazer uma reciclagem na sua formação, que vá de encontro a práticas pedagógicas que vá de encontro ao tal "saber fazer".
2. Maior Investimento nos Recursos Materiais e Humanos
            Ao nível dos recursos humanos temos mais que suficiente, faltando apenas a tal aposta na formação. Não se pode ter uma máquina (Sistema), sem haver alguém com formação para a manobrar. Se mudarmos o sistema, temos de apostar na mudança na formação.
            A maior parte das escolas têm laboratórios de Ciências e de Físico-Química e/ou de Informática. Porque não criar salas específicas para cada disciplina ou grupo de disciplinas (exemplo: Matemática, Língua Portuguesa, Línguas Estrangeiras)? Ao nível dos recursos materiais é imprescindível dotar as escolas do Ensino Básico (e de preferência as salas específicas referidas), com materiais manipuláveis. Por exemplo, é importantíssimo na Sala de Matemática, haver para cada conteúdo materiais de exploração ("cuisenaires", ábacos, geoplanos, tangrams, etc, etc….).
As novas tecnologias também são importantíssimas, e penso que todas as escolas deveriam ter pelo menos um laboratório móvel de computadores portáteis em rede, bem como programas informáticos para serem utilizados em cada disciplina.
  1. Redução do Número de Cursos de Formação Inicial de Professores nas Universidades e Escolas Superiores de Educação
É urgente deixar de formar professores para o desemprego, mesmo que isso acarrete o desemprego a um punhado de formadores.
  1. Estabilidade do Corpo Docente
Quando se fala de estabilidade, podemos abordar o termo em diferentes âmbitos. Numa escola é importantíssimo a manutenção de um quadro docente estável para que o Projecto Educativo tenha sucesso. Penso que a medida de serem obrigados a permanecer numa Escola 4 (1º e 2º Ciclo) ou 3 anos (3º Ciclo e Secundário) é já uma medida nesse sentido. Em primeiro lugar, para a medida ser eficaz é importante abrirem-se mais lugares nos quadros de escola. Em segundo lugar, para essa medida ser justa para todos os professores, os concursos a Quadros de Escola, deveriam ser apenas de 4 em 4 ou de 3 em 3 anos, conforme o Ciclo. Não se pode aceitar que alguém que seja obrigado a ficar numa escola durante 3 ou 4 anos, se veja ultrapassado por outra pessoa, no ano seguinte, com classificação profissional inferior, e fique colocado numa escola próximo da sua residência.
A verdade é que quando um professor concorre para uma determinada escola, ninguém o obrigou a fazê-lo. Contudo, muitos professores, se não arriscassem a ficar fora da sua área residencial, longe da sua família, longe dos seus filhos, correriam o risco de ficar desempregados sem dinheiro para sustentar os seus ou sem mais uns dias de serviço para melhorar a sua classificação para o concurso de professores. No meu caso, arrisquei a Ilha da Madeira. Em oito anos fiquei sempre com a minha mulher (professora do mesmo grupo) na mesma Escola. Desde contratados a professores do quadro, a Secretaria Regional de Educação nos últimos anos tem feito um esforço para que isto aconteça. Não nos obrigaram a ficar 4 anos, não aboliram o destacamento pela lei dos cônjuges, no entanto primam pela estabilidade quer para as escolas quer para a família e bem estar dos docentes. Penso que a este nível, quer os Açores quer o Continente, poderiam em matéria de estabilidade aprender um pouco com o exemplo da Madeira.
Um professor, como qualquer outro profissional, só consegue ser bom no que faz se se sentir bem de saúde. Saúde, segundo a O.M.S. é "um estado de completo bem estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença ou de enfermidade".
A verdade é que, infelizmente, um Ministério que deveria fazer tudo para que um dos intervenientes do processo de ensino-aprendizagem, o professor, fosse um bom profissional, tem nos últimos tempos, tentado passar para a opinião pública uma imagem que não corresponde, em nada, à maioria dos professores que todos os dias dão o seu melhor e remam contra a maré de um Sistema em decadência, por culpa dos sucessivos governos que nunca tiveram um projecto a longo prazo, um rumo para a Educação em Portugal.
5. Política Educativa a Longo Prazo / Retoma da Política Educativa baseada na Pedagogia por Competências
Não existe uma convergência nas políticas educativas, dos sucessivos governos. Portugal tem tido alguns sucessos em termos políticos, quando tem um projecto que é levado com empenho até ao fim, mesmo com transição de governos. Foi o exemplo da Expo ´98 e o Euro 2004. Se tivemos êxito nestes projectos, porque falha o Projecto de Educação? Porque cada Governo que surge, lembra-se de iniciar um novo projecto (tipo penso rápido), esquecendo o que já foi feito. Dá-se mais umas pinceladas de preto num quadro que já é muito negro. Temos de pensar num rumo…a longo prazo.
Ainda com o Governo de Guterres e com a Secretária de Estado, Ana Benavente, houve a tentativa de mudar algo na essência, com a substituição da Pedagogia por Objectivos, pela Pedagogia por Competências e a criação do Projecto Curricular de Turma. Foi boa a intenção, mas a formação dos professores não acompanhou o rumo traçado. Continua-se a dar aulas como há 100 anos atrás! O sistema mantém-se! Um Sistema que é exclusivamente avaliado com exames nacionais e que põe em causa a Pedagogia por Competências! Depois de ouvir a sua opinião sobre os exames, não percebo como é possível a continuidade dos mesmos???
Mais tempo na Escola não significa, mais sucesso! Mais aulas de Matemática, nos mesmos moldes das que já existem…não significa mais sucesso! Acredito que para a maioria dos pais que trabalham aplaudem estas medidas avulsas. Eu também sou pai e cá na Madeira a Escola a Tempo Inteiro é uma realidade. Dá jeito…mas não podemos tomar medidas porque dá jeito à maioria da população! O grande objectivo deverá ser sempre o sucesso educativo!
Nunca esquecer as fontes de informação a que os nossos alunos e filhos estão sujeitos nos dias de hoje. A minha filha, no 1º ano, apenas participa nas actividades curriculares e nalgumas actividades extracurriculares. Ela, sabe e sabe fazer, hoje, coisas que eu com 12 anos, nunca o conseguiria! Os nossos alunos não são "tábuas rasas", hoje mais do que nunca! A sua capacidade de memorização está posta à prova com tantas fontes de informação, desde que nascem. A Escola tem de aproveitar o que os alunos já sabem e não sobrecarregar essa capacidade! Segundo Augusto Cury, num dos seus livros sobre a " Análise da Inteligência de Cristo": "Em cada dez anos, as informações duplicam". "As crianças estão com excesso de actividades, não têm tempo para brincar. Uma criança de sete anos tem mais informações que uma pessoa idosa de setenta anos de cultura média. Uma memória abarrotada com informações, frequentemente pouco úteis, gera uma hiperaceleração de pensamentos e, consequentemente, a síndrome SPA. Por isso, elas são inquietas e agitadas nas aulas. Também, por isso, é difícil entrar no seu mundo e influenciá-las. Elas acham que entendem tudo, mas têm pouquíssima experiência de vida. Confundem informações com experiências ".
Urge rentabilizar, sem falta, os espaços de aprendizagem já existentes, não sobrecarregando mais o aluno! Uma criança precisa de brincar e de sonhar, para aprender e aprender a aprender com motivação e gosto!
Apesar de ter tido esperança que este Governo seria o início de uma nova era, infelizmente, essa esperança desvaneceu-se com 1 ano de governação.
  1. Reformulação dos Programas
Era fácil, antes do 25 de Abril, convencer um aluno a memorizar por exemplo, as "linhas de caminhos de ferro de Portugal". Meu pai, açoriano, muitas vezes perguntava a si mesmo, "aqui nos Açores para que me importa saber estas linhas?". A verdade é que o seu sucesso dependia desta memorização. Por um lado as pessoas e os alunos não tinham acesso à informação, não estando o seu "disco rígido"(memória) sobrecarregado, por outro a censura "castrava" o espírito crítico.
Os programas curriculares, ainda continuam com muitos exemplos tipo "linhas de caminhos de ferro". Existem conteúdos, completamente desajustados às necessidades dos cidadãos que estamos a formar…, mas uma mudança profunda não está nas mãos das escolas.
            Por outro lado, além de programas desajustados, temos programas baseados num conhecimento em espiral de memorização! Os programas estão estruturados de forma a haver uma repetição de informação ano após ano, acrescentando-se mais uns pozinhos, para que o aluno relembre o que já havia memorizado. Os programas estão ainda ajustados ao Ensino Tradicional do Estado Novo. Assim, temos programas extensíssimos e repetitivos, sem qualquer hipótese de serem cumpridos, quando privilegiamos a pedagogia por competências (o "saber em acção"), aprender a fazer, aprender a aprender. Os professores são "obrigados" a "dar" aulas expositivas, para cumprir o programa, para que a sua imagem e a imagem da sua escola não seja posta em causa com a divulgação de um exame nacional!!! Embora muitos professores tenham uma boa formação pedagógica, acabam por aplicar práticas que de pedagógicas não têm nada. As aulas expositivas são a solução.
            Esta repetição de informação nos programas, ano após ano, é a prova de que os alunos não aprendem, pois quem aprende fazendo, não esquece! A nossa memória só funciona com a experiência e a experimentação! Faço-lhe uma pergunta: se fizesse um exame a todas as disciplinas que teve até ao Ensino Secundário, acha que teria positiva a todas as disciplinas???? Penso que o seguinte provérbio chinês, é um excelente exemplo do que se deve fazer em Educação: " Diz-me e eu esquecerei. Ensina-me e eu lembrar-me-ei. Envolve-me e eu aprenderei".
            É impressionante ver quase todos os professores a dizer que não é possível cumprir o programa!!! Os conteúdos repetem-se, num currículo que se quer em "espiral" de recurso a memória dos alunos. Façam uma análise à quantidade de conteúdos que se repetem ano após ano!!! A verdade é que por mais que se repita, os alunos acabam por esquecer! Acredite que com 16 disciplinas e áreas curriculares não disciplinares num 7º Ano, é difícil ser-se competente!!!
É urgente, iniciar uma reflexão a nível nacional, em todas as escolas sobre o desajustamento dos currículos à formação que pretendemos para a vida futura dos nossos alunos, baseado no "saber fazer" e na competência dos nossos alunos. É importante reflectir sobre o que é essencial e o que é acessório. É importante ajustar os currículos à faixa etária dos alunos de cada ano de escolaridade. É importante haver um currículo nacional, com uma lógica que não se baseie apenas em currículos repetitivos de ano para ano. Há que encurtar os programas de cada ano e disciplina do Ensino Básico, fazendo uma gestão de 9 anos de escolaridade de forma a evitar as sucessivas repetições de conteúdos!
A verdade, é que o que se verifica é que os nossos alunos nem sabem, nem sabem fazer. Não é por acaso que somos sempre dos últimos em estudos comparativos com outros países.
  1. Diminuição do Nº de Alunos por Turma
Atendendo a tudo o que já foi dito, não é possível aplicar aulas essencialmente práticas e de aprendizagem a partir da descoberta com turmas com mais de 20 alunos. No Ensino Básico, uma turma nunca deveria exceder este número.
  1. Investimento no Parque Escolar de Forma a que as Escolas não Tenham mais de 500 alunos
Penso que a longo prazo, era possível planear o aumento do Parque Escolar de forma a que cada Escola não ultrapassasse os 500 alunos. As relações pessoais melhoram consideravelmente, e acredite que ao nível de gestão será muito mais fácil atenuar casos de indisciplina, de abandono escolar, entre outros que são um cancro do nosso sistema educativo.
  1. Final do Agrupamento de Escolas, Criando-se Conselhos Locais de Educação
As escolas do 1º Ciclo, tem vindo a perder autonomia e poder de decisão com a criação dos agrupamentos de escola. Sem autonomia e sem poder de decisão, o Ciclo que para mim é o alicerce de todos os outros, fica debilitado…e todo o resto do Sistema deixa de ter uma base sólida.
  1. Aposta e Valorização nos Cursos Tecnológicos de Formação Superior .
  1. Valorização da Participação dos Encarregados de Educação na Vida Activa da Escola, promovendo reuniões/encontros mensais com todos os professores de cada conselho de turma .
      Apesar de não acreditar que esta carta seja algum dia lido por V. E.xa., continuo no meu dia a dia a fazer tudo para que o meu país seja o melhor em termos de Educação. Acredito que é possível inverter a tendência negativa. Como dizia Idália Sá Chaves (da Universidade de Aveiro), num Congresso de Professores a que assisti: " Cabe, a cada um de nós, mudar os bocados de mundo que estão à nossa guarda".
Fajã da Ovelha, 18 de Abril de 2006
Mais um professor que se preocupa e ama a Educação,
(Rui Manuel Ávila da Rosa)»
 
 
IN: http://www.debatereducacao.pt/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=12%20-
publicado por Alex.S. às 09:39
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